1
Eu já ouvi falar
Da pedra que castigou
Que das mãos de um Fariseu
Jesus Cristo enfim tirou
Pra salvar a Madalena
Que em Jerusalém pecou
2
E daquela que o pastor
De Israel chamado Davi
Usou pra vencer Golias
Está na bíblia e eu li
E da pedra filosofal
Que tentaram descobri
3
Das pedras que construíram
Lá em Roma o coliseu
As pirâmides do Egito
Que a história engrandeceu
Mas hoje falo de uma
Que aqui apareceu
4
Essa pedra é lamentável
Não se constrói alicerce
Só edifica a desgraça
Se desmorona e padece
Aquele que se vicia
Quando dela se entorpece
5
Tem até um apelido
Que parece ironia
Ela é chamada de crack
Mas não transmite alegria
E quem joga nesse time
viverá de fantasia
6
O crack é derivado
Da chamada cocaína
Nem o efeito da maconha
Do êxtase e da heroína
Levou tanto à juventude
Ao fracasso e a ruína
7
Quando a droga é inalada
Não dura meia hora
Seu efeito é rapidinho
De repente se evapora
Fazendo o jovem cativo
De um vício que devora
8
Devora sem piedade
A auto-estima e o prazer
Daquele que muito cedo
Perdeu a razão de viver
E vive perdendo a vergonha
Para o vício se manter
9
É triste, é deplorável
Quando chega a dependente
Perambula pelas ruas
Parecendo um indigente
Despreza o amor dos pais
Do amigo e do parente
10
Se desfaz da família
Da droga se faz refém
Vende a roupa do corpo
E até o corpo também
Pois seu valor tem o preço
Da pedra que o mantém
11
No início ela provoca
Uma forte alucinação
Altera com mais freqüência
As batidas do coração
Podendo morrer de infarto
Ou no mundo da perdição...
Essa vida é uma viagem
De passagem só de ida
Onde a última estação
É a esperança perdida
Se quer voltar não tem mais
O trem de volta à partida
13
Não podemos é deixar
Essa gente sem direção
Destruindo sua família
Por seguir na contra mão
Essa droga é uma doença
Que contagia a nação
14
Ela não tem preconceito
Não discrimina raça ou cor
E em toda classe social
Invade e provoca dor
Compromete a nossa paz
Espalha medo e terror
15
Se a gente considera
Um problema social
Não será prendendo a vítima
Que se evita esse mal
Pois a questão jamais será
Um caso policial!
16
E se a gente que matar
O mal pela raiz
E devolver às famílias
O prazer de ser feliz
Precisamos combater
Esse tráfico infeliz
17
Juntar as nossas forças
Família, escola, professor
A justiça e o poder público
Igreja, padre e pastor
Num projeto estruturado
E que seja inspirado
Sob a luz e a razão do amor!
quarta-feira, 28 de julho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
O menino na rede
O menino disse que entrava na rede
Pra navegar
e não dependia da maré
Que navegava todo dia
Nem sentia a amaresia
E nem molhava o solado do pé
Cruzava cada oceano
Se eu não me engano
ele não sabe nadar
Ficava na aldeia global
ele não gira normal
Mas se lá tem índio
Índio vai lhe salvar
menino, deixa dessa loucura
Vem comigo à rpocura
De um peixe pra se comer
Seja bem vindo ao nosso mar
Aqui você pode navegar
Que a rede não malha você
Pra navegar
e não dependia da maré
Que navegava todo dia
Nem sentia a amaresia
E nem molhava o solado do pé
Cruzava cada oceano
Se eu não me engano
ele não sabe nadar
Ficava na aldeia global
ele não gira normal
Mas se lá tem índio
Índio vai lhe salvar
menino, deixa dessa loucura
Vem comigo à rpocura
De um peixe pra se comer
Seja bem vindo ao nosso mar
Aqui você pode navegar
Que a rede não malha você
quinta-feira, 6 de maio de 2010
PRESENÇA MATERNA
Sua presença, mãe
será eterna
Tanto quanto o seu amor
Sua existência, mãe
Nunca se encerra
Está naquilo que nos eixou
Fazer amizade
Compreender
Ter sempre humildade
Aprendi com você
Saber perdoar
Ensinando a lição
Servir, se doar
Com o coração
Não é só isso
Ela sabe o que quer
É amor, compromisso
É muito mais que mulher!
(MÚSICA INÉDITA)
será eterna
Tanto quanto o seu amor
Sua existência, mãe
Nunca se encerra
Está naquilo que nos eixou
Fazer amizade
Compreender
Ter sempre humildade
Aprendi com você
Saber perdoar
Ensinando a lição
Servir, se doar
Com o coração
Não é só isso
Ela sabe o que quer
É amor, compromisso
É muito mais que mulher!
(MÚSICA INÉDITA)
quarta-feira, 10 de março de 2010
SÚPLICA POÉTICA
Bem que eu vi a poesia agonizando
Nos escombros de versos deformados
Sem rimas, sem métricas, mutilados
Sem inspiração, mas ainda respirando
Suplicando por toda parte
Ao grande poeta, o seu criador
Que não a deixe órfã, por favor!
Da beleza que revigora a arte
Livrai daqueles maus feitores
Que empesta a mídia todo dia
Com canções desprovidas de poesia
Poluindo os ouvidos dos senbhores
Que os deuses o conbcedam o perdão
Não sabem o que fazem ao escrever
São efêmeros, com certeza vão morrer
Esquecidos, por não terem a inspiração
Nos escombros de versos deformados
Sem rimas, sem métricas, mutilados
Sem inspiração, mas ainda respirando
Suplicando por toda parte
Ao grande poeta, o seu criador
Que não a deixe órfã, por favor!
Da beleza que revigora a arte
Livrai daqueles maus feitores
Que empesta a mídia todo dia
Com canções desprovidas de poesia
Poluindo os ouvidos dos senbhores
Que os deuses o conbcedam o perdão
Não sabem o que fazem ao escrever
São efêmeros, com certeza vão morrer
Esquecidos, por não terem a inspiração
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
MEUS CARNAVAIS
Quem disse que acabou o carnaval
Que esta quarta tudo virou cinzas
Esquece que o amanhã não é sempre igual
E que ainda existe o sol que ilumina
Despi das fantasias do passado
Para refazer-me novamente
Desfilo com a certeza do meu lado
E o futuro me acenando no presente
Faço da vida
Meus carnavais
Ficar sem brilhar
Na avenida jamais.
(música carnavalesca inédita)
Que esta quarta tudo virou cinzas
Esquece que o amanhã não é sempre igual
E que ainda existe o sol que ilumina
Despi das fantasias do passado
Para refazer-me novamente
Desfilo com a certeza do meu lado
E o futuro me acenando no presente
Faço da vida
Meus carnavais
Ficar sem brilhar
Na avenida jamais.
(música carnavalesca inédita)
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
OUTROS CARNAVAIS
Espere aí
Eu vou com vocês
É...mais uma vez
Entrar nessa folia
Vê se me espera
Na praça do Coqueiros
Amigos companheiros
Cadê minha fantasia
Acho que está
Na face da alegria
Na pura poesia
Na inspiração
De uma gente
Que faz de improviso
Da tristeza o riso
A cada geração
Côco maluco
Por que ele se encantou
E nos fantasiou
Com os trajes da saudade
Café, amigo
Te esquecer jamais
Fizestes os carnavais
No calor da amizade!
(música em homenagem do bloco Côco Maluco
amigo Café)
Eu vou com vocês
É...mais uma vez
Entrar nessa folia
Vê se me espera
Na praça do Coqueiros
Amigos companheiros
Cadê minha fantasia
Acho que está
Na face da alegria
Na pura poesia
Na inspiração
De uma gente
Que faz de improviso
Da tristeza o riso
A cada geração
Côco maluco
Por que ele se encantou
E nos fantasiou
Com os trajes da saudade
Café, amigo
Te esquecer jamais
Fizestes os carnavais
No calor da amizade!
(música em homenagem do bloco Côco Maluco
amigo Café)
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
FRAGMENTOS DA VIDA
Não quero mais viver em fragmentos
Ver-me em pedaços, pela metade.
Mendigando essa tal felicidade.
Por ignorar da vida os adventos
Quero me sentir meu próprio herói.
Superando meu vilão invisível
Dizer que sou capaz e é possível.
Ceifar o inimigo que me destrói.
Sou ciente do quanto já perdi.
Quantas dores e renúncias cometi.
Em nome de um prazer que me condena.
Quero ter o que antes subestimei.
Aprender a amar os que não amei.
E acreditar que a vida vale pena!.
Ver-me em pedaços, pela metade.
Mendigando essa tal felicidade.
Por ignorar da vida os adventos
Quero me sentir meu próprio herói.
Superando meu vilão invisível
Dizer que sou capaz e é possível.
Ceifar o inimigo que me destrói.
Sou ciente do quanto já perdi.
Quantas dores e renúncias cometi.
Em nome de um prazer que me condena.
Quero ter o que antes subestimei.
Aprender a amar os que não amei.
E acreditar que a vida vale pena!.
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