Minha vossa senhoria
Já não quero mais te ver
Cê me fez cego de guia
Pra eu ser guiado por você
Apossou-se do que é meu
Inté minh'alma confiscou
Perdi a crença foi ateu
Nem creio que você me amou
Hoje só vou enxergar
Pelas lentes da razão
De você vou me afastar
Deus me livre tentação
Eu dispenso sua piedade
E também o seu perdão
Por favor, fique à vontade
Vá curtir sua vaidade
Sem ferir meu coração!
(Geová Costa)
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
De frente ao mar
Bela moldura
Uma pintura
Aquela porta
Aberta para o mar
Uma criatura
Uma aventura
Vislumbra-se na inspiração
de um olhar
E tudo se fez poesia
O céu, o mar e a marisia
A vela, o barco
E o pescador
Neste cenário
Um grande ator!
Veja, Glória, maravilha
Um sonho, uma rede e um varal
Onde se estende o mar à vista
E a beleza desse litoral!
Uma pintura
Aquela porta
Aberta para o mar
Uma criatura
Uma aventura
Vislumbra-se na inspiração
de um olhar
E tudo se fez poesia
O céu, o mar e a marisia
A vela, o barco
E o pescador
Neste cenário
Um grande ator!
Veja, Glória, maravilha
Um sonho, uma rede e um varal
Onde se estende o mar à vista
E a beleza desse litoral!
quinta-feira, 14 de junho de 2012
NO VOO DA ASA BRANCA
É no voo da Asa Branca
Que aqui vamos chegar
E é no compasso dessa dança
Que nós vamos festejar
Os 25 anos
Da escola Gabriel
E também o centenário
Desse grande menestrel
Filho de Januário
O nosso Rei do Baião
Que a gente homenageia
Nesta noite de São João
Balão, fogos e fogueiras
Xaxado, xote e alegria
Porque i nossos luiz Gonzaga
E o Gabriel é poesia
Balão, fogos e fogueiras
Xaxado, xote e alegria
porque o nossos Luiz Gonzaga
E o Senhor Gabriel é poesia.
(Música para o Arraiá do Gabriel)
Que aqui vamos chegar
E é no compasso dessa dança
Que nós vamos festejar
Os 25 anos
Da escola Gabriel
E também o centenário
Desse grande menestrel
Filho de Januário
O nosso Rei do Baião
Que a gente homenageia
Nesta noite de São João
Balão, fogos e fogueiras
Xaxado, xote e alegria
Porque i nossos luiz Gonzaga
E o Gabriel é poesia
Balão, fogos e fogueiras
Xaxado, xote e alegria
porque o nossos Luiz Gonzaga
E o Senhor Gabriel é poesia.
(Música para o Arraiá do Gabriel)
quinta-feira, 17 de maio de 2012
COMO É QUE PODE?
Como é que pode
A nossa vida ser assim:
Às vezes cedo a gente chega ao fim
Sem realizar aquilo que sonhou
E não é mole!
Ver alguém partir antes da hora
Sem se despedir nos deixa e vai embora
Fazendo sofrer quem tanto vos amou
É por isso que não consigo entender
Se aqui se vive prum dia morrer
Por que não podia se diferente?
Se acredito que vale a pena viver
Se sou feliz e a todos dou prazer
que não posso viver eternamente?
Então é bom cada um aproveitar
Nenhum segundo se despediçar
Com tristezas e lamentações
Se a vida é curta
E o amanhã é mais uma incerteza
Faça do seu tempo sua maior
viva intensamente as emoções!
(música inédita)
A nossa vida ser assim:
Às vezes cedo a gente chega ao fim
Sem realizar aquilo que sonhou
E não é mole!
Ver alguém partir antes da hora
Sem se despedir nos deixa e vai embora
Fazendo sofrer quem tanto vos amou
É por isso que não consigo entender
Se aqui se vive prum dia morrer
Por que não podia se diferente?
Se acredito que vale a pena viver
Se sou feliz e a todos dou prazer
que não posso viver eternamente?
Então é bom cada um aproveitar
Nenhum segundo se despediçar
Com tristezas e lamentações
Se a vida é curta
E o amanhã é mais uma incerteza
Faça do seu tempo sua maior
viva intensamente as emoções!
(música inédita)
quinta-feira, 10 de maio de 2012
MEU PRÓPRIO EU
Se queres me encontrar
Me procure nas canções
Que ainda vou compor
Na inspiração regada
Pela mesma dor
Que me faz poeta
Que me faz poeta
Caso não me encontre
Estou no silêncio Da imaginação
Entre versos e acordes
Do meu violão
Basta me sentir
Tens a arte de ouvir
Não precisa me ver
Muito menos me tocar
Sou metade de um ser
Que a outra não vai revelar
Sou fragmentos
Sonho e sonhador
Puro movimento
Criatura e criador.
(música inédita)
Me procure nas canções
Que ainda vou compor
Na inspiração regada
Pela mesma dor
Que me faz poeta
Que me faz poeta
Caso não me encontre
Estou no silêncio Da imaginação
Entre versos e acordes
Do meu violão
Basta me sentir
Tens a arte de ouvir
Não precisa me ver
Muito menos me tocar
Sou metade de um ser
Que a outra não vai revelar
Sou fragmentos
Sonho e sonhador
Puro movimento
Criatura e criador.
(música inédita)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
NOSSO VERBO AMAR
Já fizemos do presente
O nosso Futuro
E juro que não dá
Mais nada pra alcançar
O nosso pretérito
Está tão imperfeito
Eu acho que não há
Mais comoconjugar
O nosso amor
Não está assim tão vivo
Ele ficou, ficou sim
No subjuntivo.
Não cabe mais
Nos meus versos e artigos
Ele ficou bem pra trás
Por está no intransitivo
O nosso Futuro
E juro que não dá
Mais nada pra alcançar
O nosso pretérito
Está tão imperfeito
Eu acho que não há
Mais comoconjugar
O nosso amor
Não está assim tão vivo
Ele ficou, ficou sim
No subjuntivo.
Não cabe mais
Nos meus versos e artigos
Ele ficou bem pra trás
Por está no intransitivo
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
QUANDO SAIU DE MIM
Quando você saiu de mim
Fiquei assim:
Como o dia morrendo
Sob o pôr do sol
Uma nau se perdendo
Do brilho do farol
Esperando o amanhcer
Pra poder navegar
E não se perder
Nas ondas da ilusão
Nas trevas da solidão
Qaundo você voltou pra mim
Chegou ao fim
Essa onda de desassossego
Essa forma de encarar o medo
Chegou ao fim
Agora posso sonhar
Sem precisar dormir
Pra vida acordar
E pro mundo existir
Fiquei assim:
Como o dia morrendo
Sob o pôr do sol
Uma nau se perdendo
Do brilho do farol
Esperando o amanhcer
Pra poder navegar
E não se perder
Nas ondas da ilusão
Nas trevas da solidão
Qaundo você voltou pra mim
Chegou ao fim
Essa onda de desassossego
Essa forma de encarar o medo
Chegou ao fim
Agora posso sonhar
Sem precisar dormir
Pra vida acordar
E pro mundo existir
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